Viajando pela internet achei um site bem interessante: um museu virtual.
É bom saber que saímos daquela ideia de quatro paredes e uma obra exposta, afinal se conseguimos viajar pelo mundo pelo computador, porque não apreciar arte em um museu?
Pessoalmente fico feliz em ver que um dos principais meios de distribuição do material que pretendo produzir (animações) também serve para os meios "não favorecidos" por essa tecnologia. Enfim, segue o link:
Museu Virtual
Beijundas =*
Eduardo
Após assistir um filme, um tanto quanto curioso, recebo mais um trabalho acadêmico inesperado, àquele mencionado no título. O filme “Play Time” foi produzido em 1967 e trata como a França era nessa época, e é com base nessa película que pretendo basear minha análise.
Em Bauhaus, como na Escola de Ulm, os projetos foram voltados para deixar de serem apenas protótipos para se tornarem produtos das indústrias, fortemente alavancado pela revolução industrial, então temos uma alta produção de produtos semelhantes, as pessoas passam a ter o mesmo carro, a mesma roupa, o mesmo chapéu coco (=D), além da criação de padrões, em Playtime isso é mostrado pelo andar de alguns funcionários, pelos estacionamentos onde os mesmos carros estão parados do mesmo jeito, entre outros. Há também um avanço elevado para a tecnologia, alguns produtos ganham tecnologias extras e desnecessárias, complexas demais para o uso, isso vem com a idéia de inovação, as empresas tentam inovar em vários aspectos com o objetivo de atrair mais clientes.
Cleiton
Pra começar, gostaria de informar que escreverei esse texto dentro do contexto, ou seja, vou escrever seguindo o funcionalismo, a velha máxima “A forma segue a função”, lema da escola de Ulm será empregado aqui, e tentarei tornar o mesmo o mais objetivo possível.
Na filme Playtime, que vimos na aula passada(ou não), poderíamos ver uma França cheia de carros iguais, prédios enormes, cinzas, sem decoração e populada por pessoas sem a menor individualidade, todas vestidas da mesmo forma.
O filme estava mostrando as influências do funcionalismo e modernismo em tal sociedade, o modernismo e seu “desprezo” pelo design do passado, visto por eles como desnecessário, agora utilizando novos materiais mais práticos e baratos, vide aço, cimento e vidro. E O funcionalismo, pois tudo que vemos no filme tem que seguir uma função exata,(mesmo que as vezes esdrúxula, como certas invenções mostradas), sem se importar tanto com a estética ou com o lado simbólico.
Para concluir, ao contrário de alguns colegas com quem conversei, acho que a sociedade atual mudou completamente sua forma de pensar e agir quanto ao consumo, mas como a sociedade de hoje não é o tema desse sucinto tema eu vou ficando por aqui.
Sem dúvida alguma os games foram alguns dos nossos melhores amigos de infância e adolescência, então, como a proposta desse blog é tratar da evolução do design, nada como tratar da evolução dos nossos queridos controles, esses amados acessórios que nos permitem ter total controle(ou não), de nossos heróis, carros, naves, etc.
Tentarei passar pelos pontos mais importantes, de forma rápida e clara, então, apertem os cintos e vamos lá.
A “rodinha” do Pong
Pong, considerado por muitos como o primeiro videogame da história, em toda sua glória pré-histórica, trazia uma forma de controle que hoje em dia seria, no mínimo, curiosa, ele trazia uma rodinha, que você girava em sentido anti-horário para descer seu “paddle”, e em sentido horário para fazê-lo subir. Sim, um sistema tão simples e genial quanto o próprio Pong, mas importantíssimo na nossa história, por que a partir desse momento, as pessoas não precisavam ser só expectadores em frente de suas TVs, agora eles podiam participar da ação. Muitos consoles saíram, na época, com Pong e variações, o mais famoso sendo o Oddyssey, da Magnavox.

O “manche” do Atari 2600
Dando um salto no tempo na história dos consoles chegamos ao glorioso Atari 2600, agora as coisas iam ficar boas mesmo, por que esse, o primeiro console realmente programável da história, foi o primeiro a ter vários jogos diferentes, trocáveis através de cartuchos(o Oddyssey só tinha variações de Pong).
O Atari foi o responsável pela ascensão dos games na década de setenta e pela queda na década de 80. A primeira thirdparty (produtora independente de games), a Activision , surgiu nessa época também.
Mas enfim, sem mais enrolação, com jogos de tantos estilos diferentes, e tantas opções, a rodinha do Pong não era mais suficiente, então foi que surgiu o famoso manche com um botão do Atari.

O revolucionário controle do NES
Continuando nossa aventura, até aqui a história dos games estava sendo dominada pelos americanos, mas no início década de oitenta o público se encheu com a quantidade absurda de jogos ruins lançados para Atari, e o mercado de games, ainda jovem na época, acabou tendo uma morte prematura.
Foi aí que uma japonesa entrou na história, a Nintendo, uma empresa quase centenária(na época, hoje é bem mais que centenária), vinda de um passado de cartas Hanafuda, taxis e motéis (!?), decide entrar no mercado, antes deles lançarem no Japão o seu grandioso Family Computer(Famicom lá, e Nintendo Entertainment System na terra do Tio Sam). Eles já haviam se arriscado antes nesse mercado, antes lançaram consoles de Pong (uma febre na década de setenta), arcades, e também o Game&Watch, que era um console portátil e um relógio, que trouxe muitas inovações, entre elas um controle direcional em forma de cruz, que apareceu pela primeira vez num console doméstico, justamente no nosso amado Nintendinho.

Super Nintendo e seus “botões de ombro”
Agora um capítulo especial, pois falarei do mais amado de todos os videogames, isso, claro, na opinião desse que vos escreve, nunca vi um console com tamanho número de clássicos de uma vez só, nem vou começar a listá-los aqui, por que se o fizesse essa matéria ficaria grande demais(como se já não estivesse), mas indo direto ao ponto, a grande inovação trazida por esse pequeno e perfeito controle foram os botões que ficavam na parte de cima dele e eram pressionados com os indicadores, os botões L e R, hoje presentes em praticamente todos os controles.

O Frágil Analógico do Nintendo 64
Nesse momento você, caro leitor, deve estar me chamando de Nintendista, por ter colocado três consoles da “Big N” em seqüência, mas calma meu amigo, não citei o fato do controle do Playstation ter dois botões L e R a mais, por que se fosse falar de cada vez que um controle adiciona mais botões eu estaria louco, também não vou citar controles com teclados numéricos, como o Jaguar, por que essa idéia foi péssima e acabou não sendo adotada, pode ter notado que estou colocando os que de fato foram de grande influência para o mercado de games.
Ainda para você, caro leitor reclamão que vai dizer que o Vectrex teve controles analógicos antes do N64, bem, permita-me discordar, por acaso você já viu um Vectrex ao vivo, jogou em um? Nesse caso, significa que ele não teve importância para o mercado de games, infelizmente, por que ele até tinha uma idéia original, foi uma idéia falha, como o Virtual Boy, o Sega CD, e como tal merece cair no esquecimento.
Bueno, continuando, sim, o N64 foi o fim da dominação Nintendista e o começo do Império da Sony, por que as gigantes Nintendo e Sega não conseguiram agüentar o poder do Playstation, e as duas gigantes das duas gerações anteriores, que travaram a maior batalha gamística de todos os tempos, tiveram que se curvar para o novo campeão.
Bem, depois de TRÊS parágrafos de enrolação, chegou a hora de falar do assunto aqui, o controle, muito criticado do N64 trazia em si, além do já tradicional analógico em cruz, uma alavanca analógica que epermitia um controle muito melhor dos jogos(embora quebrasse fácil, fácil), que logose tornou padrão e introduziu uma nova forma de jogar.
O controle em si trazia outras coisas bacanas, como um acessório que fazia o danado tremer(outra coisa padrão atualmente, não é Sixaxis?), e outras frescurinhas, pena que ele foi feito para pessoas com três mãos...

O Xbox360 e seu controle sem fios
Sim, finalmente pudemos passar a jogar sem ter medo que nossas irmãzinha viessem e tropessassem em nossos fios pendurados, além do mais, o design desse controle é perfeito e tem o útil botão guia no meio, que também virou padrão nessa geração.
O polêmico Wii-Mote
Agora o pessoal que não gosta da Nintendo pode me matar, mas de fato a geração 128bit não trouxe nada de novo na área de controle, mas a NextGen já teve uma novidade pra lá de polêmica, mas que pelo jeito está pegando: o controle de moviementos.
Se você, leitor, não sabe do que estou falando, me mande um postal da sua caverna no Alasca. O assunto aqui é o Wii e seu controle de movimentos, amado por muitos, odiado por tantos outros, e que mudou a forma de jogar, trazendo "non gamers", sua avó e o cachorrinho dela para esse maravilhoso mundo que nós conhemos a muito tempo.
O fato é que a mania fez tanto sucesso que a Sony( que foi a líder por duas gerações, repetindo o feito da Nintendo), também vai lançar o seu brinquedinho, o PS move, que apesar de ter uma aparência, no mínimo, engraçada, parece ter uma tecnologia bem superior ao Wiimote, e claro, a Microsoft e seu Project Natal, que se for tudo o que promete vai trazer a revolução mais inacreditável de todas.

E sim, quaisquer sugestões ou insultos construtivos, sinta-se livre para comentar, e não, essa matéria não foi patrocinada pela Nintendo!
Mais alguns produtos marcantes no Design ;D
"Há roupas, sapatos, estampas e estilos que são tão fortes e marcantes que atravessam os anos sendo revisitados. Com o design não é diferente. Arquitetos e designers criaram peças há mais de 80 anos, como é o caso da cadeira Wassily, desenhada pelo arquiteto Marcelo Breuer. Seu desenho é tão atemporal que resiste até hoje e marca presença em inúmeros projetos de decoração de interiores. Ou a Thonet - a mais antiga cadeira, criada no século 19 por Michel Thonet -, que ainda hoje é produzida. Confira a história de 18 ícones do design de mobiliário selecionados pela reportagem do Terra.
1) Cadeira Wassily
Esta cadeira foi projetada em 1925 pelo arquiteto e designer húngaro Marcel Breuer (1902-1981) para decorar a casa do pintor Wassily Kandinsky. Na época, ambos eram professores da Bauhaus - escola de design, artes plásticas e arquitetura que surgiu na Alemanha (1919-1933). Breuer integrou o movimento modernista e desenvolveu móveis em tubo de aço curvado base de muitas estruturas do mobiliário moderno. Em homenagem ao arquiteto, a Tok & Stok batizou a peça de Poltrona Breuer, que tem acabamento cromado; assento, braços e encosto são de couro reconstituído.
2) Cadeira Panton
Esta peça cheia de curvas é um bom exemplo do estilo do arquiteto e designer dinamarquês Verner Panton (1926-1998), que introduziu a estética pop no mobiliário e na arquitetura de interiores nos anos 1960. Idealizada em 1960 e produzida em série a partir de 1967, a Panton foi a primeira cadeira confeccionada totalmente em plástico. Graças à sua forma inusitada figura em coleções de renomados museus do mundo.
3) Sofá Togo
Nem precisa sentar; só de olhar percebe-se que o sofá criado pelo designer francês Michel Ducaroy (1925), em 1973, é superconfortável. A criação é o resultado das pesquisas do designer na década de 1970. Na época, novos chegavam ao mercado, como as fibras sintéticas, que ele passou a utilizar em sofás como o Togo. Esse móvel oferece inúmeras possibilidades de tecidos, cores e combinações de módulos.
4) Cadeira Bertoia
A linha Bertoia nasceu no estúdio de Hans e Florence Knoll, onde o designer Harry Bertoia (1915-1978) desenvolveu seus estudos sobre metal e criou peças que se tornariam ícones do design. A peça, formada por uma tela que se assemelha a um cesto, valoriza a funcionalidade e a flexibilidade do material em uma estrutura de aço curvado e soldado. Lançada em 1952, incorporada à coleção Knoll, sobrevive até hoje compondo as mais diversas decorações de interiores.
5) Chaise Le Corbusier
Também chamada de LC4, a chaise longue criada pelo arquiteto e designer Le Corbusier - ou Charles Édouard Jeanneret-Gris (1887-1965) parece flutuar no ar. Exposta no salão de outono em Paris, em 1929, a chaise segue as curvas naturais do corpo numa estrutura de metal e couro. Afinal a natureza, que fez parte da infância do artista, inspirou muitos de seus trabalhos, que influenciaram renomados arquitetos modernistas brasileiros, como Lúcio Costa (1902-1998) e Oscar Niemeyer (1907).
6) Poltrona Mole
Essa peça criada em 1957 pelo arquiteto carioca Sergio Rodrigues, tornou-se um móvel representativo da identidade nacional e colaborou na projeção do Brasil no cenário internacional. A peça é destaque permanente do MoMa, em Nova York. Resultado da busca da funcionalidade do sentar o prazer do descanso, o móvel retrata a cultura brasileira, pois entre os materiais está o jacarandá, couro natural, redes e catres.
7) Poltrona Barcelona
A poltrona foi criada em 1929 pelo arquiteto norte-americano Mies Van Der Rohe (1886-1969) para o pavilhão alemão da Exposição Universal de Barcelona, na Espanha. Duas peças foram colocadas no espaço para que o rei e a rainha espanhóis se sentassem nelas como se estivessem em seus tronos. A peça foi o marco da Bauhaus - escola de design, artes plásticas e arquitetura que surgiu na Alemanha (1919-1933). Uma única estrutura de aço chapado e estofado de couro botonê, costurado à mão, elevaram a Barcelona ao status de ícone do design moderno.
8) Mesa de jantar Saarinen
A linha Tulip, do arquiteto finlandês Eero Saarinen (1910), é um exemplo de design atemporal. Em sociedade com Charles Eames, ele desenvolveu uma série de móveis inovadores na década de 1930, utilizando resinas plásticas e fibras de vidro, materiais até então usados apenas em áreas industriais. Criada em 1956, a mesa, originalmente, tinha o objetivo de possibilitar o uso com várias cadeiras, já que não possui pernas nas extremidades. Seu desenho inovador é traduzido por base delgada que se une ao tampo. Um refinamento de formas.
9) Mesa de centro Noguchi
A mesa de centro Noguchi é uma verdadeira escultura criada pelo designer, pintor e escultor Isamu Noguchi (1904-1988). Nascido em Los Angeles, filho de uma escritora norte-americana e de um poeta japonês, ele sempre buscou a solução para problemas tanto cotidianos quanto estéticos, aliando a arte ao utensílio. Esta peça é formada somente por três elementos: tampo de vidro e duas peças interligadas de madeira, que servem de base. Extremamente simples, a mesa une forma e função e lembra a formação de escultor de seu criador.
10) Cadeira DAR
Também conhecida como cadeira Eiffel, esta peça foi criada pelo casal de arquitetos norte-americanos Charles e Ray Eames (1907-1978 e 1912-1989, respectivamente), pioneiros na experimentação, o que rendeu uma grande produção de criações atemporais. A cadeira moldada em plástico é uma delas, agora produzida em acrílico. Sua base estruturada em aço inox deixa o acento em concha flutuar. O design criado em 1948 funciona bem até hoje nos mais diversos projetos de decoração.
11) Poltrona Egg
Seu formato semelhante a um ovo foi o mote desta peça desenhada em 1957 pelo arquiteto Arne Jacobsen (1902-1971). Nascido em Copenhagen, na Dinamarca, Jacobsen foi também decorador, professor e designer de móveis, têxtil e de cerâmicas. Considerada hoje um ícone do design mundial, a Egg foi criada para o Hotel Royal SAS, de Copenhagen, também projetado pelo arquiteto.
12) Poltrona Swan
A peça também foi desenhada por Arne Jacobsen, juntamente com a Poltrona Egg. Ambas foram criadas para o lobby e lounge do hotel dinamarquês Royal Hotel. Essa peça marcou época por ser inovadora em termos de design - repare a forma totalmente curvilínea e sua inovação tecnológica.
13) Poltrona Eames
Um conjunto clássico do século 20, a poltrona e o pufe Eames foram desenhados em 1956 por Charles e Ray Eames (1907-1978 e 1912-1989, respectivamente). Desde a criação, nunca deixaram de ser produzidos e comercializados. O uso de chapas de madeira curva revolucionou as técnicas construtivas da época. A poltrona em formato de concha, com o assento e encosto revestidos de couro, vira uma confortável espreguiçadeira quando usada juntamente com o pufe. Ideal para compor cantos de leitura e bibliotecas.
14) Poltrona Tulipa
A peça foi desenhada em 1965 pelo francês Pierre Paulin (1927), considerado um dos mais importantes designers do século 20, ao lado de Charles e Ray Eames, Eero Saarinen e Harry Bertoia. Essa cadeira revolucionou o estilo de vida da sociedade da época devido ao seu desenho inovador. A base giratória em alumínio proporciona funcionalidade ao mesmo tempo em que contrasta com o estofado. Paulin foi responsável pela criação do mobiliário do gabinete presidencial de François Mitterrand, em 1983.
15) Cadeira Thonet
A cadeira leva o nome de seu criador, Michel Thonet (1796-1871), nascido na Áustria, onde montou o seu primeiro ateliê. Foi o precursor da madeira curvada, já que inventou uma máquina para fabricação em série de móveis com esse tipo de material. O resultado foram milhões de cadeiras Thonet espalhadas pelo mundo. O modelo deu origem ao estilo austríaco ¿ estrutura de madeira e assento trançado.
16) Cadeira Esteirinha
O desenho do casal de arquitetos norte-americanos Charles e Ray Eames é totalmente ergonômico neste clássico, muito utilizado em ambientes corporativos e escritórios domésticos. Os cinco pés em alumínio com rodízios servem de base para o assento que pode variar de tecidos e cores.
17) Cadeira Ouro Preto
Desenhada pelo designer francês radicado no Brasil, Michel Arnoult (1922), essa peça conquistou o prêmio Roberto Simonsen de Desenho Industrial em 1964. A cadeira faz parte da reedição feita pela Atec Original Design de peças da consagrada Mobília Contemporânea, do designer. A cadeira, que fez grande sucesso nos anos 1960 e 1970, permanece atual e perfeita para os pequenos espaços das residências de hoje. É fabricada com eucalipto tingido na cor imbuia.
18) Cadeira Paulistano
Projetada em 1957 pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha (1928), um dos expoentes da arquitetura paulista, esta peça fazia parte do mobiliário do Ginásio do Clube Atlético Paulistano. Marco na história do design contemporâneo no país, ela impressiona pelo seu conceito, assim como pela beleza de suas linhas simples, que garantem elegância e conforto em vários tipos de ambientes.
"
É isso aí =D
Fontes: Portal Terra
Madeira Total
Google Imagens
Abraços e beijundas =*
Não quero me estender muito nesse post, até por que gosto de ser sucinto, então respondendo de forma curta e grossa minha própria pergunta:
Foi um cara muito foda, ele influenciou muita gente e foi um pioneiro, trabalhando como freelancer, e abrindo sua própria escola de design!
Pra situar um pouco na história, ele nasceu em Hamburgo, em 1868, e morreu em Belirm, no ano de 1940. Ele estudou pintura e estudou na Escola de Belas Artes de Hamburgo. E seus trabalhos mais conhecidos foram pela AEG.
O que é Vorkus?
Vorkus foi um método de ensino empelmentado noa Bauhaus, pelo professor Johannes Itten(o mesmo cara responsável pelo conhecidíssimo "Disco de Cores"), que consistia em fazer com que os alunos de desoprendessem de todos so conceitos que aprenderam antes de entrar na Bauhaus.
O objetivo do Vorkus era a aprendizem através da prática e experimentação, que mais do que ler e discutir sobre técnicas, mateirasis e cores, os alunos de fato, colocassem a "mão na massa".
Eu, Cleiton, pessoalmente acho esse tipo de aprendizado essencial, fazendo uma analogia arbitrária, não adinta saber que se deve virar a chave, engatar a marcha e pisar no acelerador se você nunca sentar no banco de motorista do carro.
Até mais, e obrigado pelos peixes!
Olá galerinha!
Continuando a linha dos produtos... Acho que talvez tenha esquecido de comentar isso no outro post, mas qual é a importância desses objetos pro design que conhecemos hoje? Basicamente, produção em série. Temos uns vídeos que melhor explicam esse fato recorrente da Revolução Industrial que em breve estará no ar e disponibilizaremos os endereços, ok?
Então a cadeira Thonet, em um breve comentário eu diria: Thonet conseguiu reunir formas simples, beleza, utilidade e conforto em suas cadeiras, e por terem um maquinário desenvolvido para a produção delas e com um custo acessível, essas cadeiras se tornaram um ícone da época, sucesso de vendas, e ainda são usadas como referência para muitas pessoas.
"Michael Thonet (1796-1871), nasceu em Boppart am Rhein, na Áustria.onde montou seu primeiro atelier. Fundou a empresa Thonet em 1819 para produção de seus próprios projetos."
"Exibiu-as nas exposições de Coblença, de 1841, e de Mainz, de 1842. O sucesso deu origem a um convite para transferir-se para Viena onde se concentrou no desenvolvimento de técnicas de produção em série de mobiliário, incluindo a arqueação a vapor de madeira sólida."
"Ele conseguia o formato curvilíneo por meio de um processo de aquecimento e molde da madeira – patenteado em 1856 –, tornando-o o maior e melhor produtor de madeiras curvas. Além disso, havia outra particularidade no mobiliário Thonet: as cadeiras eram desmontáveis. Isso traduzia bem o conceito da Revolução Industrial, que estava em seu apogeu na época."
Como não quero passar a informação errada à ninguém, não vou afirmar o modelo desta cadeira, em minhas pesquisas encontrei pessoas que dizem que esse é o modelo Nº14 (site da Própria Thonet) assim como já encontrei sites se referindo à ela como modelo Nº 214 (portal da Globo.com). Mas esquecendo um pouco do número exato do modelo... "Em 1859, o catálogo de móveis Thonet incluía 25 modelos de cadeiras, poltronas e mesas e, em 1911, o catálogo continha 1.400 modelos diferentes; em todos eles havia a busca de uma economia dos processos (corte, curvatura, montagem), uma normalização de peças (modulares e intercambiáveis) e das embalagens (máximo de peças em um mínimo volume), além do desenvolvimento de novas máquinas para a transformação do material. " Podemos ver nos trabalhos de Thonet um desenvolvimento não só de seus produtos, mas também o design industrial para a fabricação de seus próprios maquinários. Foi uma referência européia quanto a eficácia produtiva e comercial de um artefacto que não passava de moda.
Peças de uma Thonet pronta para ser montada.
Hoje em dia, além de sempre citada como um ícone, é usada como referência, e trago-lhes aqui um exemplo:
Temos moda com base no estilo de trnçado usado nos assentos das cadeiras de Thonet.
Acho que é mais ou menos isso....
enfim, enjoy ;D
Até a próxima!
Fontes:
Casa e Jardim
Tipógrafos
Samadesigner
ExTenDeSigN
Thonet
Barra da Tijuca
